Quinta-feira, 15 de Março de 2012

(31) Tubarões

Tubarões

 

Se eu fosse o outro peixe desmedido
Que Aquele Homem pregava no Sermão,
Seria não servente mas servido
Por quem me atraiçoa, usurpa o pão.

Ai se eu não fosse o peixe comedido
Que trabalha sol a sol, servidão,
Arrancava-te o dito, o prometido,
Noutros tempos…aqueles de eleição!

É nesta ira, na raiva que me invade,
Que eu desanimo e quase me enfraqueço,
Perco o corpo, o meu suor e a vontade

De dar a tubarões usurpadores
O pão que me pertence, que mereço,
E que fica na mão desses senhores.

 

Manuela Ferreira

publicado por poesiaemrede às 23:33
link do poema | comentar | favorito
|

Poemas a Concurso

Publicação Final

(45) Manifesto

(44) A miséria que ningué...

(43) POETA DO MAR ONDULA...

(42) Longos sorvos de tem...

(41) Desgraça, grande mal...

(40) A voz da sociedade

(39) O Segredo das Palavr...

(38) Nada

(37) FORCA POÉTICA

(36) Portugal

(35) Globalização fratern...

(34) 18.02, tarde.

(33) livro de reclamações

(32) NO MEU RIO IMAGINÁRI...

(31) Tubarões

(30) Abril

(29) Da lusa gente (ou fa...

(28) Doença

(27) PORTUGAL IMIGRANTE

(26) “Quando perdemos alg...

(25) ANO 2012

(24) Como tu

(23) Desculpa

(22) "Se eu Mandasse"

(21) Depressão ( A doenç...

(20) O que se faz

(19) Viver para Ser

(18) ECO

(17) Justiça injusta

(16) Ainda ontem era Abri...

(15) Os Renegados

(14) PARA ALIMENTAR A ALM...

(13) Eau de Liberdade

(12) Mudança

(11) Sem Rumo

(10) Mentalidades

(9) Pura inocência

(8) Caos na Natureza

(7) " O Mundo "

(6) Que dizes do mundo

(5) Entre o Chão e o Céu

(4) DICOTOMIA DO QUERER E...

(3) PEDIDO EM ORAÇÃO A UM...

(2) (Des)encontros

(1) Mundo Imundo

POESIA EM REDE http://poesiaemrede.no.sapo.pt/

pesquisar poema

blogs SAPO

subscrever feeds