Quinta-feira, 15 de Março de 2012

(28) Doença

Doença

 

“O papado doentil, febril e insosso.
Nem sei se insosso.
Domina tudo.
Mas eu não me deixo dominar por ele.

Controla uma igreja que, para os de estreita visão,
Estreita largura pontífice.
Mas que na sociedade,
Sustenta uma nomenclatura exacerbada. 

A nomenclatura doentia do capitalismo.
Do exorcismo,
DO CATOLICISMO.

Há quem diga que ele é o cristo em terra.
Mas que horror.
Ele, de nada é, nosso salvador.”

--
Bruno Jemnecki dos Santos

publicado por poesiaemrede às 00:39
link do poema | comentar | favorito
|

Poemas a Concurso

Publicação Final

(45) Manifesto

(44) A miséria que ningué...

(43) POETA DO MAR ONDULA...

(42) Longos sorvos de tem...

(41) Desgraça, grande mal...

(40) A voz da sociedade

(39) O Segredo das Palavr...

(38) Nada

(37) FORCA POÉTICA

(36) Portugal

(35) Globalização fratern...

(34) 18.02, tarde.

(33) livro de reclamações

(32) NO MEU RIO IMAGINÁRI...

(31) Tubarões

(30) Abril

(29) Da lusa gente (ou fa...

(28) Doença

(27) PORTUGAL IMIGRANTE

(26) “Quando perdemos alg...

(25) ANO 2012

(24) Como tu

(23) Desculpa

(22) "Se eu Mandasse"

(21) Depressão ( A doenç...

(20) O que se faz

(19) Viver para Ser

(18) ECO

(17) Justiça injusta

(16) Ainda ontem era Abri...

(15) Os Renegados

(14) PARA ALIMENTAR A ALM...

(13) Eau de Liberdade

(12) Mudança

(11) Sem Rumo

(10) Mentalidades

(9) Pura inocência

(8) Caos na Natureza

(7) " O Mundo "

(6) Que dizes do mundo

(5) Entre o Chão e o Céu

(4) DICOTOMIA DO QUERER E...

(3) PEDIDO EM ORAÇÃO A UM...

(2) (Des)encontros

(1) Mundo Imundo

POESIA EM REDE http://poesiaemrede.no.sapo.pt/

pesquisar poema

blogs SAPO

subscrever feeds