Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

(11) Sem Rumo

Sem rumo. Sem qualquer direção.

O mundo parece tão frio,

tão distante, tão vago.

Sinto-me só.

No escuro, procuro por alguém.

Ou por algo que se mova.

Será de noite? Já terá amanhecido?

No silêncio, neste silêncio perturbador,

tento falar.

Dizer o que sinto.

As palavras não saem, ficam presas

na minha garganta.

Por isso tento escrever.

Passar para o papel.

Talvez valha de alguma coisa.

Talvez, um dia, alguém o encontre.

Talvez, nesse dia, alguém me perceba

e ainda me possa ajudar.

Mas, até lá, continuarei assim?

Permanecerei neste estado letárgico?

Sem rumo? Sem qualquer direção a seguir?

Parada. À espera. DE QUÊ??

 

 

Luna

publicado por poesiaemrede às 23:49
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